10 de março de 2009

Tempo

Que é tempo senão a proximidade da morte?
E que é morte, senão o último grão de areia na ampulheta da vida?
E que é vida senão um grande ensaio prenunciando a morte?
Então que me resta?
Vontade de ser eterna!
De eternizar meus amores e minhas dores...
Quem sabe um dia, para estes, achem a cura, pois eis que amor e dor nada mais são
além de doenças que atacam órgãos vitais, comprometendo-os permanentemente...
Merda! Como dói.
Chorar da vida e rir da morte.

Piafizinha, tratando-se à base de placebo.

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