Um grito surdo ecoa no infinito...
Pari! Do fundo de minhas entranhas nasce uma idéia.
Um banho quente e surgem no corredor azul
Minhas adoráveis borboletas.
Umas alegres outras nem tanto...
Borboletas bucólicas e até melancólicas,
Sim borboletas, sentem melancolia,
sentem falta do casulo, da proteção...
É sábado à noite...
bons livros e vinhos não tão bons...
todos os telefones desligados...
Nada de e-mails ou mensagens instantâneas...
Apenas os ecos
Os vultos
Os instântaneos
O estar em mim.
Uma trilha sonora que faz sentido para poucos, um volume que não faz sentido.
Pincéis em punho, há muito o que ser feito...
um breve regresso de Marte...
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